Bombardier apresenta jato de US$ 46,7 milhões

Airbus, Boeing, Bombardier, Companhias Aéreas, Embraer, Lufthansa julho 14th, 2008

A canadense Bombardier, uma das principais rivais da brasileira Embraer, apresentou seu novo jato, que deve chegar ao mercado provavelmente em 2013. A CSeries custará US$ 46,7 milhões e terá espaço para mais ou menos 110/130 assentos, dependendo da configuração. A produção do avião será na fábrica de Mirabel, próximo a Montreal. A primeira empresa a confirmar um pedido foi a Lufthansa que já tem 30 pedidos firmes do CSeries com opção de mais 30.

Estima-se que a aeronave, terá consumo de combustível 20% menor que os jatos atualmente no mercado, e custo operacional 15% menor, competindo diretamente com o ERJ190 da Embraer. A idéia da empresa canadense é criar uma vantagem nítida sobre seus concorrentes, principalmente no atual momento em que as companhias aéreas ao redor do mundo estão enfrentando preços recordes de combustíveis e precisando rebolar pra manter seus lucros.

O projeto do jato de longo alcance é direcionado ao mercado de aeronaves de 100 a 149 passageiros, e pode impulsionar a Bombardier em mercados hoje dominados pelas rivais de maior porte: Boeing e Airbus. Tanto Boeing quanto Airbus ainda não manifestaram interesse em desenvolver um avião que competiria com o CSeries, afinal, falta muito para a canadense chegar lá.

A espectativa da Bombardier é achar um novo nicho de mercado, o CSeries marcará uma “saída” da Bombardier de suas atuais linhas de jatos regionais e turboélice, que são capazes de transportar até 100 e 80 passageiros, respectivamente. As principais aeronaves que competiriam contra o CSeries seriam o 737-600 e 737-700, da Boeing, o A318 e o A319 da Airbus.

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Bombardier fecha contrato de venda de 110 Learjets 60 XR

Bombardier junho 26th, 2008

A encomenda de um cliente europeu inclui 25 aeronaves que serão entregues a partir de 2009, além de 85 pedidos que podem totalizar US$ 1,5 bilhão.

A Bombardier Aerospace anunciou nesta semana a venda de 110 aeronaves Learjet 60 XR, num negócio estimado em US$ 1,5 bilhão. O comprador europeu, que ainda não quer se identificar, já confirmou a compra de 25 aeronaves, que serão entregues a partir de 2009, num valor de US$ 34 milhões. Os outros 85 pedidos deverão ser confirmados nos próximos meses.

“É um tremendo anúncio para a Bombardier”, afirma José Eduardo Brandão, diretor-comercial da OceanAir Táxi Aéreo, empresa do Grupo Synergy, e representante exclusiva da linha de jatos executivas da empresa canadense na América do Sul. “Um negócio desta dimensão confirma a ótima relação entre performance, cabine e valor que o Learjet 60XR oferece a quem procura jatos de médio porte”.

O Learjet 60XR entrou em operação em julho do ano passado, em substituição ao Learjet 60. O Learjet 60 XR manteve a extraordinária performance de alta velocidade do modelo anterior, combinada a significativos avanços proporcionados pela suíte de aviônicos Rockwell Collins Pro Line 21 e uma cabine completamente remodelada.

A suíte Pro Line 21 apresenta aos operadores de jatos executivos o que há de mais moderno em termos de design e avanços tecnológicos incomparáveis, propiciando aos pilotos acesso imediato às informações importantes para o vôo. O interior da aeronave foi totalmente modificado, com cozinha e lavatórios mais espaçosos, e um novo sistema de monitoramento da cabine, com três módulos de controle em LCD (7.6cm) e entradas para laptops, MP3 players e outros equipamentos.

Learjet é o primeiro nome quando se fala em jatos executivos. A empresa Learjet Inc. foi comprada em 1990 pela Bombardier Aerospace, que desde então lançou oito novos modelos. Neste ano, a empresa canadense comemora os 45 anos do lançamento da primeira aeronave Learjet.

Perfil da Bombardier - A Bombardier é uma renomada líder mundial em soluções para transporte aéreo, que produz desde aeronaves regionais e jatos executivos a equipamentos de transporte ferroviário e seus sistemas e serviços. A Bombardier Inc. é uma empresa global sediada no Canadá. Sua receita para o ano fiscal encerrado em janeiro de 2008 foi de US$ 17 bilhões, e suas ações são negociadas na bolsa de valores de Toronto (BBD).

A Bombardier Aerospace atua no mercado brasileiro de jatos executivos com os modelos das famílias Learjet, Challenger e Global. Sua representante comercial é a OceanAir Táxi Aéreo, uma empresa do grupo Synergy, que também inclui a OceanAir Linhas Aéreas, a Avianca (Colômbia), a Vipsa (Equador) e a Turbserv, dedicada à manutenção de turbinas.

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LAC, nova línha aérea Argentina

Bombardier, CRJ-200, CRJ-700, CRJ-900, Companhias Aéreas, LAC janeiro 4th, 2008

LAC

LAC começará a operar a partir de abril deste ano e terá como base a cidade de Mendoza na Argentina, unindo várias províncias argentinas. Sua frota estará composta por aviões Bombardier CRJ-200, CRJ-700 y CRJ-900. A mesma realizará serviços de passageiros e de carga com sua divisão LACargo.

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Mais um incidente com o trem do Q400 Dash 8

Bombardier, Dash 8-400, De Havilland Canadá, Incidentes, Q400 Dash 8 dezembro 27th, 2007

Bombarider Q400 Dash 8

Ainda não passou o impacto negativo causado com acidentes em aviões Bombardier Q400 da companhia escandinava SAS e outro problema técnico semelhante voltou a colocar em cheque a segurança do trem de pouso desse tipo de aeronave. Foi um aparelho Q400 da companhia argelina Tassili Airlines, que teve de voltar ao solo pouco depois de decolar de Portugal, após um pouso de reabastecimento. A aeronave nova voava para ser entregue ao cliente e a porta do trem dianteiro não fechou, causando avarias na aeronave. O fabricante enviou o avião de volta para reparos nas oficinas da empresa britânica Flybe, homologada para esse tipo de trabalho. Segundo a Bombardier o incidente não tem relação com os problemas de trem de pouso que forçaram a SAS a reter em terra para inspeção sua frota de Q400.

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Learjet-35A acidentado seguia padrões de operação, diz empresa

Acidentes, Bombardier, Learjet 35A novembro 6th, 2007

PT-OVCA empresa Reali Táxi Aéreo, proprietária do avião Learjet-35A, que caiu ontem na zona norte de São Paulo, disse em nota que a aeronave estava “dentro de padrões normais de operação”, e que “todos os procedimentos relativos ao apoio aos envolvidos estão sendo tomados.” O site da Anac mostra que o jato, prefixo PT-OVC, fabricado em 81, estava com o certificado de inspeção anual de manutenção (IAM) vencido desde o dia 20 de outubro. No entanto, a assessoria de imprensa da agência diz que o site está desatualizado e que a empresa entrou com o processo de regularização no dia 24. Segundo a assessoria da companhia, “a aeronave executou a inspeção anual de manutenção, por oficina credenciada pelos órgãos competentes”. O registro aeronáutico do avião mostra que o PT-OVC estava autorizado a prestar serviços de transporte público não-regulares (táxi aéreo), com até 8,3 toneladas de peso. A Reali Táxi Aéreo diz ser especializada em transporte aeromédico. A Reali pertence ao mesmo grupo da Global Táxi Aéreo, fundada em 1994 pelos comandantes Ricardo Breim Gobbetti e Sergio Steinberg.
Este modelo deixou de ser fabricado na década de 90 pela Bombardier. Tem capacidade para oito passageiros, além dos tripulantes.

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Learjet 35 PT-OVC cai após decolar em São Paulo

Acidentes, Bombardier, Learjet 35A novembro 5th, 2007

PT-OVC

*Foto do site AIRFLN tirada em 08/06/07 - FLN Florianopolis, SC, Brazil

Pelo menos oito pessoas morreram na queda de um Learjet 35, prefixo PT-OVC, por volta das 14h10 ontem, 04/10/07 . A aeronave pertencia à empresa Reali Taxi Aéreo. A aeronave caiu no nº 104 da rua Bernardino de Sena, próximo à Avenida Casa Verde, zona norte de São Paulo. Ainda não há informações sobre as causas do acidente. O avião decolou do Campo de Marte e caiu sobre a residência, que ficou completamente destruída. Duas casas vizinhas também foram atingidas. Pelo menos cinco pessoas na casa atingida morreram, além dos dois ocupantes do jato. O helicóptero Águia da Polícia Militar (PM) está apoiando os bombeiros na ocorrência. A Avenida Casa Verde e a rua Bernardino Sena foram interditadas pela Companhia de Engenharia e Tráfego (CET).

São Paulo está mesmo enfrentando um inferno astral. Na sexta anterior, três helicópteros cairam na mesma hora. Segundo testemunhas, decolou do Campo de Marte com a asa direita inclinada. Depois, em vez de girar à esquerda, como manda a regra ali, o Learjet virou a direita e acabou caindo sobre uma casa, em um ângulo de 90 graus em relação à pista. A mesma testemunha contou ter visto o jato levantando vôo desnivelado e segundos depois ouviu o baque surdo. A descrição deixa pistas importantes sobre as causas de mais um desastre sobre área urbana: a provável perda de um motor após o Rotate ( quando o piloto atinge a velocidade de decolagem e não pode mais abortar a operação) e uma falha mais grave na turbina restante, que não garantiu a sustentação necessária. É possível subir com um motor só, mas se este, por alguma raazão, também falhar, o jato faz o que se chama de vôo de galinha.

Esse acidente abre uma janela para uma questão pouco abordada em temos de crise aérea. Com as mudanças em Congonhas e Guarulhos, a aviação executiva deu um salto em volume de operações. Voa-se muito mais agora do que antes. É possível que as condições de fiscalização nesse sentido não estejam sendo garantidas no mesmo nível do que é aplicado à aviação comercial normal. De ante mão, a ANAC já confirmou que o avião não estava em dia com as suas manutenções preventivas. O ministro da Defesa já pediu à ANAC uma avaliação, mas cai-se aqui no mesmo ponto de sempre. A ação é reativa, nunca proativa. Mexe-se depois que o desastre ocorreu, não para tentar identificar em que ponto poderá ocorrer.

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Dash 8 ao solo e por tempo indeterminado

Bombardier, Dash 8-400, De Havilland Canadá, Incidentes, Scandinavian Airlines outubro 28th, 2007

Dash 8

Há alguns meses os incidentes começaram a acontecer, e vieram em sequência. Turboélices com fama de robustez e praticidade de operação, os Dash 8 agora parecem condenados a não mais saírem do chão. Nas aproximações do pouso, tudo indica que os sucessivos ciclos de decolagem e aterrissagem provocam fadiga muito grave nos amortecedores dos trens sob as asas e, no momento no toque na pista, há uma ruptura completa, com todo o conjunto se desprendendo. Sem equilíbrio, a aeronave ainda em velocidade, e sem a reversão dos motores, pende para o lado da quebra, batendo violentamente com a ponta da asa no chão e embandeirando as hélices.

As autoridades suecas e dinamarquesas decidiram suspender a operação desse tipo de avião para uma verificação, mas como nada foi encontrado, os vôos foram novamente liberados. Ontem, no entanto, mais um incidente similar ocorreu. Um Dash 8 - 400 da Scandinavian derrapou e saiu da pista no aeroporto de Copenhagen. Em função do novo incidente, todas as aeronaves desse modelo estão em solo por tempo indeterminado.

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