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Movimento de passageiros em Confins (MG) aumentou 1.200%

Aeroportos novembro 9th, 2009

Movimento de passageiros em Confins (MG) aumentou 1.200%

O movimento de passageiros no Aeroporto Internacional de Confins (MG) cresceu 1.200% entre 2004 e 2009. O verdadeiro renascimento do aeroporto se iniciou em março de 2005 quando todos os voos nacionais, sem escala no interior do Estado, foram transferidos do Aeroporto da Pampulha para Confins. A estratégia do Governo de Minas fez com que o número de passageiros saltasse de 388 mil, em 2004, para os atuais 5,2 milhões/ano. A previsão é que este número chegue a nove milhões de pessoas/ano até o fim de 2011.

A ação do Governo de Minas também foi determinante para transformar o Aeroporto da Pampulha em um dos mais importantes centros de aviação regional do país. Desde a transferência dos voos nacionais sem escalas para Confins, o crescimento das partidas regionais na Pampulha foi de 60%, segundo dados da Infraero. Da Pampulha saem diariamente cerca de 40 voos com destino a cidades do interior de Minas, fazendo dele um importante elo entre as regiões do Estado.


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Quase dez anos depois, Grupo Itapemirim ensaia o retorno à aviação civil

Companhias Aéreas julho 2nd, 2009

727-200 - Itapemirim

O empresário Camilo Cola não desistiu de voar. Quase uma década depois de ter feito um pouso forçado, encerrando suas operações na aviação civil, o Grupo Itapemirim estuda seu retorno ao setor. A exemplo da primeira investida, a intenção é atuar tanto no transporte de cargas quanto no de passageiros. Neste segmento, a empresa planeja operar apenas voos charters, principalmente entre capitais do Nordeste.

O projeto prevê a montagem de uma frota com quatro aeronaves, provavelmente da Embraer. O investimento estaria orçado em aproximadamente R$ 150 milhões.

Desta vez, a família Cola não ficará sozinha na cabine de comando. A ideia é atrair fundos de investimento para a nova companhia. Segundo projeções da Itapemirim, a empresa já nascerá com 40% da receita garantidos. Esta proporção

virá das encomendas geradas dentro do próprio grupo, por meio da Itapemirim Carga.

A princípio, a migração soa como uma canibalização da própria operação terrestre. No entanto, a disposição da família Cola de carregar parte das fichas para o setor de aviação é motivada pela queda da rentabilidade no transporte rodoviário. Nos últimos dois anos, o crescimento ficou na faixa dos 10%. Nos bons tempos, este índice passava dos 20%.

A queda se deve justamente ao espaço tomado pelas companhias aéreas, tanto no transporte de passageiros como no segmento de carga.

A primeira viagem da família Cola pelo setor de aviação durou de 1991 a 2000. Em meados da década de 1990, a Itapemirim chegou a ter a maior frota de cargueiros da América do Sul, com seis Boeings 727 operando em todas as regiões do Brasil. A partir de 1998, o grupo começou a perder altitude. Em pouco mais de um ano, se desfez de todas as aeronaves. Em 2000, veio o golpe final: o DAC, então responsável pelo setor, cassou as licenças da empresa.

Fonte: Cidade Biz

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