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Coreia do Sul investiga Saab por vazamento de informação

Aviação Militar outubro 9th, 2009

Saab Viggen

Ministério da Defesa da Coreia do Sul anunciou ontem que está investigando a companhia de aviação sueca Saab no país por suposto envolvimento em vazamento de informação secreta.

É o que informou ontem notícia publicada no site do jornal britânico “Financial Times”. A reportagem cita autoridades sul-coreanas, que confirmam operação que vasculhou o escritório da Saab no país asiático.

O objetivo era encontrar indícios de um suposto pagamento feito a uma empresa de pesquisas, a SMI (Security Management Institute).

A suspeita é que esta empresa tenha recebido dinheiro da Saab para prestar informações secretas sobre o programa de renovação de caças sul-coreano KF-X.

A Saab participa de concorrência para fornecer 36 caças para a FAB (Força Aérea Brasileira), no programa F-X2. Ela disputa com a francesa Dassault e a norte-americana Boeing um contrato de venda cujo valor deve ultrapassar R$ 10 bilhões.

A Saab reconheceu que suas instalações na Coreia do Sul foram “inspecionadas” em setembro, mas negou ter cometido qualquer irregularidade. A companhia sueca também confirmou que pagou 120 mil coroas suecas (cerca de R$ 30 mil) à SMI, mas para patrocinar a empresa em uma feira de negócios ocorrida em março.

As autoridades sul-coreanas disseram, porém, que as somas supostamente pagas à SMI foram bem maiores, além do que foi declarado pela Saab, conforme investigações do departamento de inteligência da Defesa.

A SMI também confirmou uma busca em seus escritórios, mas evitou comentar mais sobre a investigação.

A Defesa informou que seis pessoas estão sendo investigadas, sem revelar os nomes. Elas serão ouvidas amanhã. Disse ainda que a investigação deve ser encerrada no final deste mês.

No programa KF-X, a própria Coreia do Sul irá desenvolver seus aviões de combate, mas contará com ajuda externa na produção e no desenvolvimento tecnológico.

Fonte: Folha de S. Paulo.

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Termina prazo para empresas melhorarem propostas de venda de caças

Aeronáutica, Aviação Militar outubro 5th, 2009

fx2_faseII

As empresas que participam do processo de licitação para a compra de novos aviões de combate da FAB (Força Aérea Brasileira) têm até esta sexta-feira para apresentar melhorias em suas propostas. As multinacionais selecionadas preliminarmente pelo governo brasileiro foram a Boeing, dos Estados Unidos, a Dassault, da França, e a Saab, da Suécia.

Fonte: Agência Brasil

Ilustração: Blog do Vinna

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Embraer entrega novo jato ao governo brasileiro

Aeronáutica, EMBRAER 190, Embraer setembro 28th, 2009

Embraer 190 - Bartolomeu de Gusmão

A Embraer entregou oficialmente nesta sexta-feira o primeiro jato EMBRAER 190 para o Governo Brasileiro, em cerimônia realizada na Base Aérea de Brasília, no Distrito Federal. A aeronave está configurada especialmente para cumprir missões da Presidência da República e será operada pelo Grupo de Transporte Especial (GTE) da Força Aérea Brasileira (FAB). O contrato entre a Embraer e o Comando da Aeronáutica (COMAER), assinado em junho de 2008, contempla ainda uma segunda aeronave do mesmo modelo.

“Para nós da Embraer é motivo de grande satisfação e orgulho vermos o EMBRAER 190, produto de grande sucesso comercial em todo o mundo, pintado nas cores da bandeira nacional, incorporado ao Grupo de Transporte Especial da FAB, e, a partir deste momento, servindo aos maiores interesses do Governo Brasileiro”, disse Orlando José Ferreira Neto, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Defesa. “Assim como em tantos outros projetos que desenvolvemos para a Força Aérea Brasileira, temos a certeza de que estas aeronaves presidenciais cumprirão destacadas missões e fortalecerão ainda mais nossa bem-sucedida parceria com a FAB.”

Atendendo plenamente aos requisitos estabelecidos pela FAB, a aeronave dispõe de ampla e confortável cabine, incluindo espaço para reuniões e área privativa para uso do Presidente da República. O jato também conta com um sistema especial de comunicações seguras e capacidade para transportar 54 pessoas, entre passageiros e tripulação. O alcance partindo de Brasília possibilita vôos sem escala para qualquer destino na América do Sul, oferecendo grande flexibilidade operacional.

Para assegurar o suporte e a adequada disponibilidade dos dois EMBRAER 190 que servirão à Presidência da República, a FAB assinou com a Embraer contrato de 5 anos de duração para adquirir o programa Embraer Soluções de Suporte para Governos (ESSG). Trata-se de um pacote de suporte logístico que abrange serviços de manutenção, suporte de material, mão-de-obra especializada de engenharia em campo e administração de reparos e garantias.

A parceria entre a Embraer e a FAB iniciou-se há 40 anos e coincide com a própria criação da Empresa. Atualmente, a FAB opera diversos modelos de aviões de transporte fabricados pela Embraer, como o ERJ 135, o ERJ 145, o Legacy 600, o EMB 120 Brasilia, o EMB 121 Xingu e o EMB 110 Bandeirante. Aeronaves de defesa produzidas pela Empresa, como o Xavante, o EMB 111 Bandeirante Patrulha, o AMX, o Tucano, o Super Tucano e os sistemas de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (Intelligence, Surveillance and Reconnaissance – ISR) operados no âmbito do Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM) também fazem parte da frota da FAB. A modernização da frota dos caças AMX e F-5, este último de fabricação original norte-americana, também estão no escopo das atividades desenvolvidas atualmente pela Embraer para a atender às necessidades da FAB.

Fonte & Foto: Embraer

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FAB e Embraer preferem caça da Boeing

Aviação Militar setembro 21st, 2009

031025-N-9411J-008Como já se sabe, se depender do presidente Lula e do ministro da Defesa, Nelson Jobim, a França – com quem o Brasil já fechou negócio para a compra de cinco submarinos e 50 helicópteros – também deverá fornecer um pacote de 36 caças Rafale para a Força Aérea Brasileira, a FAB, numa transação que pode variar entre 4 bilhões e 8 bilhões de reais.

Além do Rafale, fabricado pela Dassault, também estão na disputa os caças FA-18 Hornet, da americana Boeing, e o sueco Gripen, da Saab. Os três concorrentes devem apresentar uma nova rodada de propostas à FAB na próxima segunda-feira. A decisão do governo deve sair em outubro.

Mas ainda que não comentem a respeito – tanto a FAB, quanto a Embraer, que deverá participar da contrução dos caças e assimilar a transferência de tecnologia exigida do governo brasileiro do fornecedor – preferem o caça FA-18 Hornet, da Boeing.

Para a Embraer, a preferência pela Boeing é claramente comercial. De saída, a empresa brasileira participa de uma licitação de 100 aviões leves de combate, como o Super Tucano, para a Força Aérea Americana, que pretende usá-los em cenários de guerra de guerrilha, como no Afeganistão.

A decisão ianque sobre a compra, que pode alcançar 90 milhões de dólares, deve ser anunciada em 2010.

As duas transações são independentes. Mas se o Brasil optar pelo FA-18, a Embraer deverá contar com maior simpatia dos americanos pelos Super Tucanos.

Outro ponto importante para a Embraer é o interesse já manifesto pela Boeing em desenvolver com a empresa brasileira um avião cargueiro militar, o KC-390, também a ser vendido para as forças armadas brasileiras.

O presidente francês Nicolas Sarkozy disse que a França gostaria de desenvolver um cargueiro com a Embraer. Mas acontece que a Airbus, que é sediada na França, já trabalha num projeto similar ao KC-390.

Já do ponto de vista da FAB, a preferência pela Boeing diz respeito à superioridade técnica do FA-18 sobre o próprio Rafale e o Gripen.

Aliás, nos últimos anos, o Rafale, que é fabricado pela Dassault, perdeu cinco disputas internacionais para o FA-18, em países como a Coreia.

Um dos trunfos do FA-18 é o seu sistema de radar AESA, desenvolvido pela Raytheon, que permite que o avião se torne invisível para o inimigo, que uma vez detectado pode ser fulminado antes mesmo de saber que estava sendo perseguido.

Além disso, para a FAB, a superioridade técnica da Boeing tem a ver com o sistema de navegação GPS. F-18_F_Super_Hornet_01

Os americanos possuem a única constelação de satélites do mundo dotada da tecnologia. O GPS permite a localização exata de um objeto na superfície terrestre ou próximo dela, independente de condições meteorológicas ou de luminosidade.

Cabe ao Pentágono licenciar o uso do GPS para fins civis e militares em todo o mundo.

Logo, se comprar os Rafales, o Brasil continuará dependente dos americanos, ainda que indiretamente. A importação do GPS certamente tornará o pacote francês mais caro para o Brasil.

Desde o início da década que a União Europeia analisa a construção de um sistema GPS próprio. Mas a proposta, que está longe de sair do papel, custaria pelo menos 20 bilhões de dólares.

Outro aspecto que até agora vem sendo ignorado por Lula e Jobim – mas que é de interesse dos comandantes brasileiros – é a transferência tecnológica enquanto treinamento.

Só um piloto muito bem treinado consegue um rendimento máximo em ação. E nesse quesito, mais uma vez os militares brasileiros tem mais intimidade com os americanos, que por sinal tem as forças armadas mais bem treinadas do mundo.

A discussão sobre transferência tecnológica dos caças está restrita à resistência americana em permitir que a tecnologia a ser cedida para o FA-18 Hornet no Brasil seja revendida para países indesejáveis para os EUA, como a Venezuela ou o Irã.

Os americanos já declararam que o Brasil não teria carta branca para revender os FA-18 “made in Brazil”.

f18compDe forma explícita, a provável decisão brasileira em comprar os Rafales vai se apoiar nesse aspecto.

Mas de forma velada, a intenção do governo Lula em se alinhar à França tem a ver com a intenção de demonstrar aos nossos vizinhos latino-americanos independência em relação a Washington.

No governo brasileiro, o Itamaraty tem dado sinais de que essa seria uma resposta em boa hora à Casa Branca, poucos meses depois do anúncio da instalação de bases militares americanas na Colômbia de combate ao narcotráfico.

O anúncio gerou uma enorme polêmica na Unasul, que reúne os países sul-americanos, com anti-americanistas notórios, como os presidentes Hugo Chávez, da Venezuela, e Rafael Corrêa, do Equador.

Com razão, o Brasil não gostou da maneira como os americanos trataram o tema, não consultando, ou pelo informando Brasília de antemão a respeito.

Mas para o bem da segurança nacional, da FAB e do contribuinte brasileiro – que vai pagar a conta – é preciso esclarecer todos os aspectos – geopolíticos, técnicos e comerciais – que cercam a maior compra de aviões militares pelo Brasil desde 1973.

Fonte: Defesa Net

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EUA concordam com transferência de tecnologia ao Brasil e Lula ironiza disputa

Aeronáutica, Aviação Executiva setembro 10th, 2009

F-A 18E-F Super Hornet

A embaixada dos Estados Unidos em Brasília informou que o governo americano aprova a transferência de tecnologia do caça F/A-18 Super Hornet ao Brasil, assim como a montagem dos aviões no país, caso o governo brasileiro opte pelos caças americanos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, ironizou a disputa entre os países que participam da concorrência para a renovação da frota de caças brasileiros.

- Daqui a pouco vou receber (os caças) de graça – disse Lula rapidamente, enquanto aguardava o presidente de El Salvador, Mauricio Funes, no Palácio do Itamaraty, segundo a Rádio CBN e o site G1.

Em nota divulgada nesta quarta-feira, a embaixada americana diz entender que o governo brasileiro ainda não tomou uma decisão final sobre a concorrência dos caças FX-2, mesmo após a sinalização do presidente Lula de que fecharia negócio com a França, e afirma que a proposta americana é forte.

Ainda segundo o comunicado da embaixada, o Congresso americano concluiu a análise da proposta de venda no último dia 5, sem nenhuma objeção. Prossegue a nota dizendo que “isso significa que a aprovação do Governo dos Estados Unidos para transferir ao Brasil as tecnologias avançadas associadas ao F/A-18 Super Hornet é definitiva.”

Além do F/A18 Super Hornet, da americana Boeing, disputam a licitação o Gripen, da sueca Saab, e o Rafale, da empresa francesa Dassault, com quem o governo brasileiro já abriu negociações. O negócio pode chegar a US$ 4 bilhões.

A transferência de tecnologia era o principal argumento do governo brasileiro para negociar com os franceses a compra de 36 caças Rafale. Na segunda-feira, Lula, ao lado do presidente da França, Nicolas Sarkozy, anunciou a abertura da negociação, antes mesmo de receber o relatório da Força Aérea Brasileira (FAB) sobre as propostas dos três concorrentes que disputam o negócio milionário.

Em nota divulgada na terça-feira à noite, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, ratificou o interesse pela oferta da Dassault, mas afirmou que o governo não fechou questão sobre o assunto. Segundo ele, o presidente da França prometeu oferecer “preços competitivos e razoáveis”. A oferta foi feita, segundo a nota, dia 6. Lula e Sarkozy jantaram nesse dia.

Jobim participará de reunião extraordinária da Comissão de Relações Exteriores do Senado na próxima quarta-feira, às 10h, para tratar exclusivamente da negociação sobre a compra de 36 caças franceses.

O acerto da reunião foi feito na manhã desta quarta-feira pelo presidente da comissão, Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e o próprio ministro.

Segundo Azeredo, Jobim reafirmou que o processo de compra está aberto a todas as empresas credenciadas.

Fonte: O Globo

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Domingo Aéreo em Pirassununga

Eventos julho 15th, 2009

Logo Domingo Aereo 2009

O Domingo Aéreo 2009 será realizado em pirassununga dia 02 de agosto das 9h às 16h. A Academia da Força Aérea (AFA) apresenta mais uma edição do seu tradicional DOMINGO AÉREO, que será realizado no dia 2 de agosto, das 9h às 16h. A AFA abrirá seus portões para que toda a sociedade venha contemplar, in loco,  as diversas atrações aéreas e terrestres presentes, proporcionando a todo o público conhecer um pouco mais sobre o trabalho da nossa Força Aérea Brasileira.
Será mais um evento inesquecível para os amantes da aviação e para toda a família brasileira!

Atrações

» Shows aéreos » Plastimodelismo
» Aeronaves civis e Militares » Aeromodelismo
» Apresentação da Esquadrilha da Fumaça » Exposição de aviation art
» Paraquedismo » Exposição sobre Santos Dumont
» Wing Walker » Sorteio de vôos panorâmicos
» Praça de alimentação » Exposição institucional da FAB
» Campanha de doação de sangue e cadastro de doador de medula óssea. » Exposição estática de aeronavesantigas, clássicas e contemporâneas

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Se escolhida pela FAB, Boeing vê parceria com Embraer

Aeronáutica, Boeing, Embraer julho 15th, 2009

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Uma vitória do caça F-18 Super Hornet, fabricado pela Boeing, na concorrência para a venda de 36 caças multiemprego para a Força Aérea Brasileira (FAB) pode significar a porta de entrada de uma parceria mais ampla entre a fabricante americana e a Embraer. De acordo com Michael Coggins, diretor de relacionamento e novos negócios do programa F-18 da Boeing, o envolvimento da Embraer na transferência de tecnologia do Super Hornet ao Brasil seria “uma parceria de iguais”.

“A Embraer é a terceira maior fabricante de jatos do mundo, atrás da Boeing e da Airbus… então quando falamos com a Embraer vemos eles (com a possibilidade) de colaborarmos em outros projetos e vendê-los no mercado internacional”, disse Coggins. “Por que não pegarmos nossas melhores práticas e as colocamos juntas em outros esforços, em outras áreas? O céu é o limite”, disse, acrescentando que discutiu a possibilidade com a direção da Embraer sem, no entanto, dar mais detalhes.

Além da Boeing com o Super Hornet, também estão na disputa do chamado programa FX-2 o Rafale, da francesa Dassault, e o Gripen NG, da sueca Saab. Nenhuma das empresas participantes fala em números, mas estima-se o acordo, que pode ser ampliado para 100 unidades, em US$ 2 bilhões. O cronograma da FAB prevê a entrega das primeiras unidades para o primeiro semestre de 2014. O governo brasileiro tem se aproximado da França desde o ano passado, fechando acordos para a compra de helicópteros e submarinos e uma parceria para a produção da parcela convencional do submarino à propulsão nuclear, uma antiga ambição dos militares brasileiros.

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A Embraer disse, por meio de sua assessoria, que foi procurada pelas três empresas que disputam o FX-2 e que manteve conversas “preliminares” com todas elas. A empresa acrescentou que “não existe nenhum acordo comercial com nenhuma das empresas” finalistas do programa. Coggins disse que a proposta da Boeing à FAB optou por garantir que a indústria local tenha total autonomia para a manutenção e para o desenvolvimento de novos sistemas para o Super Hornet, em vez de buscar a co-produção do jato localmente. “Não faz sentido, do ponto de vista econômico, o gasto não-recorrente para estabelecer uma linha de montagem para o Super Hornet aqui somente para 36 jatos”, disse.

A transferência de tecnologia é apontada por autoridades brasileiras como fator-chave para o programa FX-2 e, segundo Coggins, a Boeing já obteve todas as autorizações necessárias junto ao governo norte-americano para repassar esse conhecimento ao Brasil. O anúncio do vencedor da disputa para fornecer novos caças ao Brasil deve ser anunciado entre agosto e setembro, de acordo com o ministro da Defesa, Nelson Jobim.

Fonte: Invertia

Fotos: Copyright to Boeing

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EDA chega aos Estados Unidos

Aeronáutica julho 14th, 2009

81.1- PRI 08 MDSI-KMCF  12-07-09 (3)

Após quatro escalas realizadas em cinco dias de viagem, o Esquadrao de Demonstracao Aerea (EDA) finalmente chegou aos Estados Unidos, no dia 12 de julho. A escala de Santo Domingo, na Republica Dominicana, a Tampa, no estado da Florida rendeu mais de 5 horas de voo e belas imagens.

Sobre as Bahamas, o C-130 Hercules abriu sua rampa para que a imprensa integrante da missao realizasse coberturas de foto e filmagem de imagens ineditas. O material coletado servira tanto para o arquivo fotografico da Esquadrilha da Fumaca quanto para divulgacao da missao e producao de materiais institucionais.

Agora, falta apenas mais uma escala para a equipe chegar ao seu destino final, o Dayton Air Show, na cidade de Dayton estado de Ohio.

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Fonte & Fotos: Esquadrão de Demonstração Aérea - Seção de Comunicação Social

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Esquadrilha da Fumaça conclui penúltima etapa para o Dayton Air Show

Aeronáutica julho 13th, 2009

81.1- PRI 07 SBBV-MDSI  11-07-09 (20)

Após sete horas e meia de voo, o Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA) chegou a Santo Domingo, capital da República Dominicana. A equipe da FAB, composta também pela aeronave de apoio C-130 do 1º/1º GTT, saiu da Base Aérea de Boa Vista (BABV), às 9h45, do dia 11 de julho, realizando a primeira etapa fora do Brasil. O destino final é o evento aéreo na cidade de Dayton, no estado de Ohio.

Durante as sete horas e meia de voo tudo ocorreu conforme planejado. A meteorologia foi favorável. A rota incluiu sobrevoo da Venezuela e Antilhas.

81.1- PRI 07 SBBV-MDSI  11-07-09 (19)

O Capitão Alexandre, o único piloto do EDA a realizar este trecho pela primeira vez, confessou ter ficado ansioso. “Fiquei preocupado com a quantidade de horas que iria ficar na mesma posição dentro do tucano”, disse. Para ele a opção foi tentar se distrair para não pensar no longo caminho que viria pela frente. “Comecei a me preparar mentalmente para acompanhar a viagem hora a hora, revezando a pilotagem com o outro piloto”, encerra.

O EDA permaneceu no país até o dia 12 de julho, onde decolou pela manhã. O próximo destino e a cidade norte-americana de Tampa no estado da Flórida.

Fonte & Fotos: Esquadrão de Demonstração Aérea - Seção de Comunicação Social

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Aeronáutica Começa Voos de Avaliação do Projeto F-X2

Segurança março 30th, 2009

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O Comando da Aeronáutica, em continuidade ao cronograma de seleção dos novos caças multiemprego para a Força Aérea Brasileira (FAB), inicia, a partir de hoje, 30 de março, as visitas técnicas às empresas ofertantes e os voos de avaliação das respectivas aeronaves participantes do Projeto F-X2, cujo objetivo é de verificar aspectos técnicos, operacionais, logísticos e industriais.

Para cumprir tais objetivos e obter maior detalhamento das ofertas apresentadas pelas empresas (aqui listadas em ordem alfabética) BOEING (F-18 E/F SUPER HORNET), DASSAULT (RAFALE) e SAAB (GRIPEN NG), serão visitadas e avaliadas instalações industriais e logísticas, oficinas de manutenção, laboratórios de desenvolvimento de sistemas e esquadrões operacionais, bem como as aeronaves oferecidas serão voadas e testadas por pilotos e engenheiros integrantes da comissão de avaliação.

Durante o mês de março, a Gerência do Projeto F-X2 (GPF-X2) reuniu-se com sua equipe e promoveu uma série de esclarecimentos com as três empresas participantes, no intuito de dirimir dúvidas e aprimorar o conteúdo das respectivas ofertas com relação aos requisitos do COMAER, mantendo o foco nos aspectos comerciais; técnicos; operacionais; logísticos; de compensação comercial (Offset), industrial e tecnológica, e de transferência de tecnologia.

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Projeto F-X 2 ou F-X 2.5 ?

Aviação Militar fevereiro 14th, 2009

Ministro da Defesa Nelson Jobim

Uma declaração do ministro Nelson Jobim (Defesa) em um programa oficial de rádio na semana passada, admitindo a reinclusão no jogo de dois concorrentes eliminados da concorrência para o fornecimento de 36 aviões de combate para o Brasil, colocou em polvorosa a FAB e os finalistas do chamado F-X2, como é chamado o negócio de US$ 2 bilhões e foi noticiado aqui.
Disse Jobim no “Bom Dia, Ministro”: “Ontem (4/2) eu recebi no Ministério da Defesa a visita da Rosoboronexport, que é a empresa russa que elabora o Sukhoi (…) e deseja trazer complementos para ver a possibilidade de ser reexaminado, eu disse que era possível trazer esse material e que a FAB examinaria. O mesmo se passou com os europeus, os italianos em relação ao Eurofighter. Ou seja, nós teremos lá por julho, agosto, nós vamos ter uma decisão final das opções técnicas da FAB, para depois tomarmos a decisão política”.

O Comando da Aeronáutica diz que não foi informado de tal revisão. Procurada, a Defesa afirma que a frase de Jobim não implica mudança na disputa, que tem três finalistas: Dassault (França, com o Rafale), Saab (Suécia, com o Gripen) e Boeing (EUA, com o F-18).

Jobim fala em analisar as propostas do russo Sukhoi-35 e do consórcio europeu que faz o Eurofighter (representado pela Itália), “por julho, agosto” -ou seja, quando a FAB pretende apresentar o relatório final.

Como russos e italianos foram eliminados pela FAB, a pergunta que alguns brigadeiros estão se fazendo em voz baixa é: há risco de o processo seletivo ser descartado em favor de uma decisão política, jogando fora meses de análise técnica e econômica?

Não que não haja política interna na FAB. Cada avião finalista tem seu grupo entusiasta, assim como os russos mantêm um forte lobby -que emplacou a compra avulsa de 12 helicópteros de ataque no fim do ano.

Oficiais influentes junto ao comandante Juniti Saito têm mostrado simpatia pelo projeto sueco, enquanto o francês é o preferido dentro da Defesa. Saito já tinha marcado um ponto ao tirar o F-X2 do acordo militar bilionário com a França costurado por Jobim. Assim, a obviedade de que a decisão é política acabou soando como ameaça na voz do ministro.
A Rosoboronexport confirmou que irá enviar os novos dados. A Folha apurou que em Moscou a expectativa não é tanto de uma virada de mesa, mas de embaralhar o processo. Uma eventual análise de sua proposta fora da seleção é vista como senha para o questionamento político do F-X2 -juridicamente, por ser uma compra militar dispensada de licitação, há poucas opções de recurso. Os italianos, cujo representante não foi encontrado, não têm esperanças reais.

Mas se houver a confusão, os preteridos tendem a ganhar: se não fechar o negócio até o fim do ano, a FAB terá dificuldade de fazê-lo no ano eleitoral de 2010. E a novela poderá ser reiniciada, como na primeira versão do F-X, cancelada em 2005.

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Embraer será favorecida na concorrência F-X2

Embraer, Segurança janeiro 6th, 2009

Centro de Gavião Paixoto - Embraer

Para evitar o problema que emperrou a disputa em 2002, a FAB proibiu que os concorrentes do programa F-X2, para o fornecimento de 36 aviões de combate, firmassem acordos de exclusividade com empresas brasileiras. O negócio de aproximadamente US$ 2 bilhões, se sobreviver à crise internacional, deve ser fechado até março. Independentemente do vencedor da concorrência, um grupo de empresas liderado pela Embraer será o principal favorecido com a compra, já que irá participar do programa e receberá a transferência tecnológica exigida pela FAB no seu pedido de proposta. A Boeing, dos EUA; a Saab, da Suécia e a Dassault, da França, assinaram memorandos de entendimento com empresas nacionais que participarão da adaptação do caça ao Brasil: Embraer, Aeroeletrônica (aviônica), Atech (sistemas eletrônicos) e Mectron (mísseis). A jogada da FAB, além de fomentar a indústria nacional, visou evitar a situação que, aliada a outros fatores, derrubou a mesma concorrência em 2002

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